A Vert Analytics, referência brasileira em inteligência artificial, inclui assistente virtual entre as ferramentas que aplica à área de educação. Para um gestor de secretaria de educação que precisa saber, por exemplo, quantas vagas ainda estão disponíveis em determinada região ou qual é o índice de evasão de uma escola específica, a tecnologia pode reduzir a distância entre a dúvida e a informação necessária para respondê-la.
A distância entre a dúvida do gestor e a resposta
Consultar informações de gestão educacional tradicionalmente exige intermediação técnica, seja por meio de um analista que extrai dados de um sistema específico, seja por uma equipe que compila um relatório sob demanda. Esse processo introduz um intervalo entre o momento em que a dúvida surge e aquele em que a resposta é efetivamente recebida.
Esse tipo de intermediação também limita o volume de perguntas que um gestor consegue fazer ao longo de uma rotina de trabalho. Cada nova consulta representa custo de tempo tanto para quem precisa da informação quanto para a equipe técnica responsável por produzir a resposta.
Consulta em linguagem natural sobre dado escolar
Um assistente virtual com inteligência artificial permite que o gestor formule perguntas sobre matrícula, desempenho ou vagas disponíveis em determinada escola utilizando linguagem natural, sem precisar dominar uma sintaxe técnica de consulta a banco de dados para obter uma resposta.
Esse tipo de interface reduz a barreira técnica entre quem precisa de uma informação de gestão escolar e o dado necessário para obtê-la. A possibilidade de formular a pergunta de maneira próxima à linguagem cotidiana é especialmente relevante para gestores que não possuem formação técnica em análise de dados.
Onde o assistente virtual se encaixa na rede de educação?
A Vert Analytics, empresa especializada em soluções de dados, IA e hiperautomação para governo e grandes empresas, aplica o assistente virtual à área de educação ao lado de cockpit analítico e automação de processos. O conjunto compõe uma camada de tecnologia voltada a apoiar gestores escolares com indicadores mais diretos do que aqueles obtidos por meio de relatórios fragmentados.
O tipo específico de pergunta que o assistente responde em cada rede varia conforme o contexto de gestão educacional de cada secretaria. Não existe, portanto, um padrão único que possa ser aplicado de forma genérica a qualquer administração escolar.
Diretor de escola como usuário direto, não apenas gestor central
O assistente virtual aplicado à educação não precisa se restringir à secretaria central. Ele também pode ser utilizado pelo diretor de uma escola que precisa consultar indicadores da própria unidade sem depender de solicitar o dado à secretaria a cada nova dúvida sobre sua realidade escolar.
Ampliar o alcance da ferramenta até o nível da unidade escolar individual multiplica o número de gestores que conseguem explorar informações disponíveis sobre a própria realidade. O acesso deixa de ficar concentrado exclusivamente no nível central da secretaria.
Governança sobre o que cada usuário pode consultar
Um assistente virtual aplicado à educação precisa operar dentro de limites claros sobre quais dados cada usuário está autorizado a consultar. Isso significa distinguir, por exemplo, as informações que um diretor pode visualizar sobre sua própria unidade daquelas que um gestor central da secretaria pode acessar sobre toda a rede.
Definir esse controle de acesso com precisão exige mapear permissões de acordo com cargo e unidade escolar. Esse trabalho antecede a implementação de um assistente virtual em uma rede de educação que atenda simultaneamente a diferentes níveis de gestão.
De consulta pontual a hábito de gestão orientada por dado
Um assistente sempre disponível pode mudar o comportamento do gestor escolar ao longo do tempo, incentivando consultas mais frequentes a indicadores de matrícula, desempenho e vagas. Com isso, a tomada de decisão pode deixar de depender apenas da percepção subjetiva sobre o desempenho da rede naquele momento.
Uma mudança de comportamento como essa está entre os efeitos relevantes da adoção de um assistente virtual em educação. A consulta a dados deixa de ser um exercício ocasional e trabalhoso e pode se transformar em um hábito cotidiano incorporado à rotina de decisão do gestor responsável, padrão que a Vert Analytics observa se repetir em diferentes redes atendidas.
Perguntas que o gestor talvez nunca formulasse antes
Sem um assistente virtual disponível, o gestor escolar pode evitar perguntas mais complexas sobre a própria rede por não saber formular a consulta em linguagem técnica ou por não querer sobrecarregar uma equipe que já está envolvida em outras demandas administrativas prioritárias.
Reduzir essa barreira amplia o tipo de pergunta que o gestor efetivamente formula sobre a própria gestão. A ferramenta pode capturar dúvidas que antes simplesmente não eram feitas por parecerem desproporcionais ao esforço necessário para obter uma resposta confiável por meio do canal tradicional de solicitação de relatório.