No dia 26 de março de 2025, um caso chocante veio à tona no Distrito Federal, abalando a comunidade local e os amantes de animais. Um psicólogo foi preso acusado de torturar e realizar experimentos em ao menos 16 gatos tigrados, levantando questões sobre maus-tratos e ética. A prisão, que ocorreu na região do Gama, foi resultado de uma investigação conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra os Animais, com apoio do Ministério Público. O suspeito, identificado como Pablo Stuart Fernandes Carvalho, de 30 anos, já foi indiciado 16 vezes por crimes relacionados a maus-tratos, o que sugere um padrão de comportamento perturbador. Este episódio reacende o debate sobre a proteção animal e a necessidade de fiscalização em adoções. A seguir, exploraremos os detalhes desse caso que tem gerado revolta e indignação.
A investigação começou após denúncias de protetores de animais que notaram um padrão suspeito nas adoções realizadas pelo psicólogo preso por torturar e fazer experimentos em gatos. Ele se aproximava de cuidadores com um discurso emotivo e convincente, prometendo dar um lar seguro aos felinos, todos de pelagem tigrada. No entanto, após a entrega dos animais, os gatos simplesmente desapareciam, sem qualquer explicação plausível. Testemunhas relataram que o suspeito inventava histórias, como fugas dos bichos, para justificar os sumiços e, em seguida, solicitava novos animais. Esse ciclo chamou a atenção das autoridades, que passaram a monitorar suas ações de perto. O caso expõe vulnerabilidades no processo de adoção e a importância de acompanhamento pós-adoção.
Um dos pontos mais perturbadores revelados pela polícia foi a confissão parcial do psicólogo preso por torturar e fazer experimentos em gatos. Em gravações obtidas durante a investigação, ele admitiu ter realizado experimentos com os animais, sem detalhar a natureza exata dessas ações. Especialistas sugerem que os atos podem variar desde maus-tratos físicos até práticas mais extremas, possivelmente resultando na morte de alguns gatos. Além disso, o suspeito mencionou ter sofrido surtos psicológicos abandonou dois felinos, o que levanta questões sobre sua saúde mental e capacidade de cuidar de animais. Esses áudios foram fundamentais para embasar o pedido de prisão preventiva, decretada pela Justiça do DF.
A crueldade não passou despercebida por aqueles que confiaram no psicólogo preso por torturar e fazer experimentos em gatos. Uma protetora conseguiu recuperar um dos felinos que estavam sob seus cuidados, encontrando-o com uma pata fraturada, o que exigiu intervenção cirúrgica. Esse caso isolado é apenas a ponta do iceberg, já que a polícia acredita que o número de vítimas pode ser ainda maior. Novas denúncias continuam surgindo, indicando que o suspeito atuava há meses, possivelmente desde setembro de 2024. A gravidade das lesões encontradas no gato resgatado reforça a suspeita de que os experimentos envolviam violência extrema, chocando até mesmo os investigadores experientes.
A prisão do psicólogo preso por torturar e fazer experimentos em gatos foi um alívio para os protetores, mas também um alerta. Ele foi detido na casa de sua mãe, em Ceilândia, na noite de 25 de março, após a Justiça acatar o pedido da polícia. Durante a operação, o suspeito não ofereceu resistência, e agora aguarda a audiência de custódia no Departamento de Polícia Especializada. Cada indiciamento por maus-tratos pode render de dois a cinco anos de reclusão, conforme a Lei de Crimes Ambientais, o que significa que ele pode enfrentar décadas atrás das grades se condenado. A mobilização de defensores dos animais, que chegaram a protestar em frente ao Ministério Público, foi essencial para pressionar as autoridades.
O perfil do psicólogo preso por torturar e fazer experimentos em gatos intriga tanto investigadores quanto a população. Formado desde 2017, ele cancelou seu registro no Conselho Regional de Psicologia do DF em 2023, alegando interesse em análise experimental do comportamento. Vizinhos relataram ouvir barulhos estranhos, como gritos de gatos e batidas, vindos de seu apartamento, o que corrobora as suspeitas de violência. Um deles encontrou corpos de felinos tigrados próximos ao condomínio, aumentando o horror em torno do caso. A defesa do suspeito nega as acusações, afirmando que os animais fugiram durante surtos, mas as evidências coletadas contrariam essa versão.
A repercussão do caso do psicólogo preso por torturar e fazer experimentos em gatos tem gerado um impacto significativo na sociedade. Organizações de proteção animal estão pedindo reformas nos processos de adoção, como verificações mais rigorosas de adotantes e acompanhamento contínuo. O aumento de 513% nos registros de maus-tratos no DF entre 2016 e o último ano, segundo dados da Polícia Civil, mostra que esse não é um problema isolado. A indignação nas redes sociais reflete o clamor por justiça e por penas mais duras contra crimes desse tipo. A história de Pablo Stuart serve como um lembrete sombrio da necessidade de vigilância para proteger os mais vulneráveis.
Por fim, o destino do psicólogo preso por torturar e fazer experimentos em gatos agora depende do desenrolar do processo judicial. Enquanto isso, a comunidade de protetores tenta se recuperar do trauma, buscando lar para o gato resgatado e honrando a memória dos que não sobreviveram. Este caso não é apenas sobre um indivíduo, mas sobre a responsabilidade coletiva de garantir que os animais sejam tratados com dignidade. À medida que as investigações avançam, espera-se que a verdade venha à tona, trazendo justiça para as vítimas e paz para aqueles que lutam por um mundo mais compassivo. O DF, e o Brasil, acompanham de perto esse desfecho.
Autor: Aleksey Frolov
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital